Colheria flores em casas alheias,
roubaria poemas de vários poetas
e daria-lhe, mas seria justo?
Justo...
Você roubou meu coração
e isso é justo?
Precipitou-se em leva-lo
antes mesmo que eu sugerisse uma troca.
Levou...
Meu sangue agora corre
sem sentido algum,
segue inseguro.
Meu último grito é por justiça:
olho por olho, dente por dente
e coração por coração.
domingo, 26 de julho de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário