Quanto mais nos desencontramos,
Mais eu te imagino e
Menos real você me é.
Quanto menos real você me é,
Mais real me é o que eu imagino sobre ti.
E se por ventura me apaixonar por quem não és?
quarta-feira, 26 de março de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
Ah!
Que sei eu sobre você?
Bem dizer, nada!
E ainda sim, bendizer-te seria fácil!
Que sei eu sobre o que me causa?
Bem dizer, tudo!
E ainda sim, há de se relevar o imprevisível.
Ah! você... Ah! o imprevisível...
Quem sabe por um desses quartos a gente não se tranque
E perca a chave.
Bem dizer, nada!
E ainda sim, bendizer-te seria fácil!
Que sei eu sobre o que me causa?
Bem dizer, tudo!
E ainda sim, há de se relevar o imprevisível.
Ah! você... Ah! o imprevisível...
Quem sabe por um desses quartos a gente não se tranque
E perca a chave.
terça-feira, 4 de março de 2008
Nós
Tenho rancores de coisas que nem sequer aconteceram ainda e que talvez nem aconteçam.
As vezes sinto como se meus amigos mais íntimos me fossem meros desconhecidos.
Há dias em que meus olhos, mesmo que abertos, apagam-se.
Meus amores sempre se dissolvem em águas cristalinas.
Minha vida... nem sei se é realmente minha.
Estar certo, estar errado, paradigmas que se interceptam;
Opiniões no contraste entre a luz e o breu;
Quem nada vê está errado?
Certo está quem vê em claridade?
O ponto intermediário somente confunde-se?
Se você fosse um rio, já teria assoreado.
A cada curva, perde-se,
A cada ladeira, desiste.
Perde-se no escuro e pensa ser o próprio breu;
Vê-se em claridade, pensa ser o sol;
E eu nessa sua noite ensolarada me confundo,
E ao observar suas águas
Fico a imaginar o que me aguarda;
Definem-me o desvario:
Tenho rancores de coisas que nem sequer aconteceram ainda e que talvez nem aconteçam.
As vezes sinto como se meus amigos mais íntimos me fossem meros desconhecidos.
Há dias em que meus olhos, mesmo que abertos, apagam-se.
Meus amores sempre se dissolvem em águas cristalinas.
Minha vida... nem sei se é realmente minha.
As vezes sinto como se meus amigos mais íntimos me fossem meros desconhecidos.
Há dias em que meus olhos, mesmo que abertos, apagam-se.
Meus amores sempre se dissolvem em águas cristalinas.
Minha vida... nem sei se é realmente minha.
Estar certo, estar errado, paradigmas que se interceptam;
Opiniões no contraste entre a luz e o breu;
Quem nada vê está errado?
Certo está quem vê em claridade?
O ponto intermediário somente confunde-se?
Se você fosse um rio, já teria assoreado.
A cada curva, perde-se,
A cada ladeira, desiste.
Perde-se no escuro e pensa ser o próprio breu;
Vê-se em claridade, pensa ser o sol;
E eu nessa sua noite ensolarada me confundo,
E ao observar suas águas
Fico a imaginar o que me aguarda;
Definem-me o desvario:
Tenho rancores de coisas que nem sequer aconteceram ainda e que talvez nem aconteçam.
As vezes sinto como se meus amigos mais íntimos me fossem meros desconhecidos.
Há dias em que meus olhos, mesmo que abertos, apagam-se.
Meus amores sempre se dissolvem em águas cristalinas.
Minha vida... nem sei se é realmente minha.
Se
Eu me perco na velocidade do tempo...
Serei eu lerdo de mais por estar voltando
Ou corro a favor e estou rápido de mais?
E se fosse eu o próprio tempo, voltaria
Ou correria mais e mais pra ver onde é que tudo isso vai dar?
Se eu fosse um relógio, simples e objetivo, marcando horas...
Se eu fosse apenas o ponteiro, a engrenagem, o algarismo...
Seria eu, mas não.
E sou o q então?
Serei eu lerdo de mais por estar voltando
Ou corro a favor e estou rápido de mais?
E se fosse eu o próprio tempo, voltaria
Ou correria mais e mais pra ver onde é que tudo isso vai dar?
Se eu fosse um relógio, simples e objetivo, marcando horas...
Se eu fosse apenas o ponteiro, a engrenagem, o algarismo...
Seria eu, mas não.
E sou o q então?
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