Era tanta a solidão que um Grilo e sua apresentação sonora,
a princípio, me pareceu companhia agradável;
Mas todo mundo já conhece a repetida história que Ele canta.
Praga maldita!
Dedetizei a mente e o espetáculo cessou.
Solidão até que era,
Mas que importa?
Antes isso que um efêmero deletério repetitivo
A me desgastar o tempo
E o sossego;
Uma companhia que me tira a minha própria.
Andei me notando
E só pude quando me vi mais que um ser só,
Mais que um, só,
Me vi mais...
Agora eu sou espetáculo e platéia;
Sou, somos e todo o mais é a mais.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
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