É meu amigo, minha saudade não é maior que a tua, nem que eu quisesse que fosse,
entretanto, da minha eu sou o único culpado e você, apenas sente na pele
os pesares inevitáveis da vida (ele não tem mais presente o pai e eu, uma namorada).
Saudade e culpa andando de mão entrelaçadas não é boa coisa; dói, desorienta,
deixa um homem temporariamente, ou mais, fora dos eixos.
Aprende-se errando, é simples, mas penso eu que ao final da vida serei dos homens mais
sábios do mundo e dos mais solitários também!?
Me sentiria péssimo se um erro tal qual o meu fosse dirigido a mim. Pois bem, pensaria eu, onde diabos eu errei?, e estaria certo de que fui responsável também. Já não somos mais crianças atirando pedras em passarinhos, sabemos o que fazemos. E se algo acontece é porque outro algo o levou a acontecer. Combinação de fatores, erro iminente. Poderia ter me controlado, feito a coisa mais inteligente e veja, sairia como herói. Em um casal imaturo, ou aprende-se a perdoar e passar pelos erros juntos, ou passa-se adiante e comete um outro
(ou o mesmo) erro com o próximo que vier.
Por mais que um relacionamento seja difícil, não se pode generaliza-lo somente a problemas.
Sorrisos encobertos, noites de amor esquecidas - tão mais fácil assim, mas é mentira descarada, é o que quer se fazer acreditar, mera ilusão.
Perdoei a tudo quanto foi desavença contra mim e quando mais precisei de perdão, me foi negado.
Começo meu ano assim, com esse breve texto, que expressa e recorda dias difíceis pra mim.
Dias melhores hão de vir, problemas maiores também virão. Resta-nos saber levar com calma, sensatez e tudo dará certo. Finalizo meus dias de vilão, serei sempre o herói agora.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
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