Como a lua, via-te.
E os teus defeitos
e tua beleza, me eram claros.
Cismara em brilhar além das noites,
surgias de dia,
ofuscava-te, confundia-me:
-Lua insensata?
Perdera o sentido.
Cansara-te, cansara-me.
Desencontramo-nos. Perdemo-nos.
Hoje eu me encontro em dias nublados,
em noites sem lua,
iludindo-me com o brilho de estrelas que
talvez já nem existam mais.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
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