Corria tranquilo, era raso, turvo e sem vida.
Pedras surgem, o horizonte se acaba
E eu me derramo de alto a baixo do precipício.
Enquanto flutuo, grito: - oque será de mim?
E o estrondo ensurdecedor me avisa:
- Serás o que tiver que ser!
Atordoado, lentamente volto ao curso.
A vida ressurge, me aprofundo.
Já não sigo mais o rumo das pedras,
Elas tentam me seguir, e afundam, e ficam pra trás.
Ao fim do curso, eis que você surge.
Mergulho em ti e nos tornamos um só oceano...
Eterno oceano...
sábado, 5 de janeiro de 2008
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