Queria mesmo é que minha
carne fosse barro, pois assim, meu
coração fossilizado não seria mais
que uma peça física
de um passado distante;
exposto, quem sabe, se encontrado
por debaixo da poeira,
a tantos outros que batem ainda;
e os fatos que os levariam a dizer
sei lá o que ou qualquer coisa que se diga
sobre tudo que fui e o que fiz...
Que importa?
Eu, meu coração e tudo mais
FOSSILIZADO.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
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