Cada um tem sua hora!
Cada coisa, seu lugar!
Mas o tempo de ir embora
E quanto vento irá soprar,
Quem é que sabe? Me diz!
Surpreende-o a morte desavisada?
A tão comum, tão presente morte,
Que se confunde por entre o azar e a sorte
E nunca passa por si somente - morte, calada?
Surpreende-o ainda a mente não evoluída?
O sangue derramado, a fome concentrada,
A briga, a ferida, a carne penetrada
Por projéteis anti-vida?
O tempo de ir embora?
O vento que soprará, amanha ou mesmo agora?
Defina-me então, de-me seu palpite!
Faça-o, para que eu não acredite.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
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