Engoliu-me; sugou descontroladamente
tudo quanto pode e das minhas sobras livrou-se;
excretou-as num vaso de louça
e desceu-as por entre canos escuros.
No fim não era nada além de minúsculos pedaços
de mim que ainda ofereciam e eram vida.
E ela era o que mesmo?
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
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