A vida não quer-me
E tampouco me quer a morte;
Me impele aquela à esta,
Que me repele;
E eu aqui a ama-las.
Uma carrega a esperança esgotada
E a outra a desconhecida;
Uma cansa de tantas voltas que dá...
Da outra volta não há.
Por que nenhuma sobressai-se?
Se morresse a vida
Restaria-me a morte para amar -
Mas continuaria meu amor o mesmo
Diante da mudança?
Se vivesse a morte...
Morreria o sentido das coisas.
E eu aqui...
domingo, 28 de junho de 2009
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4 comentários:
PS: egoista, infantil, mimada, poética e fingida, talvez ignorante... bonita, e egocentrica...
Prazer, meu nome é Dor, mas o cinto eu to dispensando!
hahaha...
Morreria o sentido das coisas?
Talvez não. Talvez com a morte, você encontrasse o sentido das coisas, mas aí acho que já não seria relevante.
quer dizer, pelo menos, não relevante para essa vida.
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