domingo, 23 de novembro de 2008

A consequência perfeita do amor em mim

Palavras, sempre as mesmas.
Pessoas, sempre outras.

Como posso eu cantar então
Se não em vão?

Cantei seus lindos olhos um dia
Para que eles imortalizassem;
Mas só imortaliza o que morre!
Eu os matei!!

Preso pelas grades dos versos
A quem nada pode libertar
Se não com versos!
Cerra-me uma grade, põe duas na frente.

A quem hei de escrever
Sem que eu mate, se não,
Dia após dia, apenas os versos
Que não se sustentam
Tamanho o amor que nunca tem fim?

Um comentário:

magnum disse...

oi!
gostei do seu blog também.
a poema é lindo...
o atreyu tem uns legais também, não sei se vc viu...
brigada por postar
ass:E.Suruba do detestoestudar